de sentir menos apegos e apertos. E de educar a minha filha assim.
De ser livre para pegar nela e aceitar um projecto nos Estados Unidos ou em Moçambique. Sem pensar em coisas menores, como escolas, adaptações, amiguinhos. Eu ser suficiente para ela ser feliz.
Ensiná-la (ensinar-me) a ser feliz de qualquer forma, em qualquer parte do mundo. Construir pilares para isso.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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2 comentários:
Era bom que fossemos todos assim!
Não são coisas menores. Não, mesmo.
O que eu acho é que se pode desenvolver a capacidade de ver coisas boas em qualquer situação, em qualquer tempo e qualquer lugar. Mas isso passa, também, por saber o que nos é caro e por reconhecer o sofrimento que causa estar longe de determinadas pessoas/coisas/lugares.
E sabes o curioso: acho que uma das chaves para sermos felizes de qualquer forma é termos raízes - sabermos quem somos e para onde vamos.
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