Festa de finalistas do Jardim. Com direito a capa, cartola, bengala e livro de curso. :)
O nervoso miudinho, tanto, antes de sair de casa. Quase a roçar o desespero, porque ia ter de estar em cima de um palanque sozinha enquanto a educadora dizia uma quadra sobre ela.
(Já aprendi que só tenho de a empurrar para a frente. O entender muito bem (tão bem...) não ajuda. Finjo que não é nada e deixo seguir.)
Mais do que as cantigas e as danças, que ficaram devidamente registadas em todos os formatos possíveis, o que não quero esquecer é a carinha macia e a boca a esticar-se para o beijinho, quando lhe fui apertar a capa e colocar a cartola. O alívio de já ter passado a parte pior: Oh, mamã...
Oh, minha querida.
Houve um número-surpresa preparado pelos pais dos finalistas, nós incluídos. Houve pinhatas, bolo e jantar para todos. Os mini-jogos com brindes para vencedores e vencidos, valeram-nos uma quantidade considerável de lenços, canetas, ganchinhos e chapéus.
E na hora da despedida, como é óbvio, as recordações todas de uma casa que foi e será sempre mais do que uma escola.
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2 comentários:
e serão essas recordações que ela carregará para toda a vida que a farão ainda mais feliz.
boa sorte para a nova etapa.
Oh.
Custa um bocadinho. Tudo. Mas acho que custa menos quando é assim, natural, uma etapa terminada, uma fase que acabou. E um mundo de lembraças que se guardam.
Beijos!
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